- abandonei o que me fazia mal, cativei o que me fez bem, perdi o que quis manter, mantive o que realmente importa.
ri de mim mesmo, respirei novos ares, reencontrei velhos amigos, retomei velhos hábitos.
lutei e ganhei, lutei e perdi.
me iludi, desbravei territorios inóspitos, ri até não aguentar a dor de barriga.
errei muito, refleti mais ainda, cicatrizei feridas, gorfei 4 vezes no mesmo rolê.
me senti completo ao estar sozinho, desespeirei-me com a ausencia de amores reais.
não contrai infecção de garganta, contemplei a beleza do sol poente, morri de preguiça de vê-lo nascer.
fui sincero demais, me tornei frio, senti muito medo, fiquei feliz por ter liberdade dentro da cabeça.
arrotei e peidei ao mesmo tempo, menti um pouco, omiti muito.
desaprendi a escrever, e das vezes que fui humilhado, retribui com um sorriso.
desejei o mal , em seguida me arrependi, tentei ser útil, rezei mais pelos outros do que por mim.
explodi em ira, reconheci gestos de amizade sincera, conheci de verdade meu pai.
vi a decadencia da carne, a debilidade da mente e o amor de verdade.
apostei muitas coisas, mas só uma delas (não) quero mesmo ganhar.
intensamente banal,
interessantemente ocioso.
prefiro ver o lado brilhante desse ano.
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